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Uma piada e Uma reflexão

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Essa piadinha recebi por E-Mail  ontem, e digamos que não é de morrer de rir, mas vale uma breve gargalhada e uma breve reflexão.

Três irmãs, de 90, 88 e 86 anos de idade viviam na mesma casa.
Uma noite a de 90 começa a encher a banheira para tomar banho, põe um pé dentro da banheira, faz uma pausa e grita:
- Alguém sabe se eu estava entrando ou saindo da banheira?
A irmã de 88 responde:
- Não sei, já subo aí para ver....
Começa a subir as escadas, faz uma pausa, e grita:
 - Eu estava subindo as escadas, ou descendo?
A irmã caçula, de 86, estava na cozinha tomando chá e escutando suas
 irmãs, move a cabeça e pensa:
"Na verdade, espero nunca ficar assim tão esquecida".
Bate três vezes na madeira da mesa, e logo responde:
- Já vou ajudá-las, antes vou ver quem está batendo na porta.
A velhice e o esquecimento chegam pra todos. Envelhecemos á cada segundo e por mais que tentemos retardar esse processo na face ele se acentua de outras maneiras, em outros campos da vida.
As vezes paro pra conversar com algumas velhinhas vizinhas minhas e posso notar a satisfação delas ao ver que alguém parou pra ás ouvir durante um curto espaço de tempo.
Isso é uma coisa muito linda!
Esse brilho no olhar, esse desejo de compartilhar seu passado, suas lembranças, suas doces memórias. 
As vezes elas apertam tão forte minha mão que dá impressão de que têm medo de não as ouvir até o final e por isso me seguram pra que não venha a fugir..
Ainda que suas conversas falem de gente que nunca chegamos a conhecer, tecidos de nome engraçado como tubi contente ( pano chic dizem elas), e ainda que façam um rodeio gigantesco pra chegar á um simples ponto;  pode-se extrair muito de uma conversa com idosos  e aprender lições valiosas.
Mesmo as rugas na face e o tremor nas mãos já ensinam, levam á reflexão e nos faz tomar consciência da necessidade de abraça-los, vê-los como iguais e amá-los incondicionalemnte , apesar de suas rabugices, pois um dia estaremos em uma conversa igual, mas na posição deles.
E aqui abro um curto parêntese e penso:
- Olha como é a vida ... Quando somos jovens vivemos correndo, pois temos vigor para tal, porém, o tempo que além de senhor da razão é zombador de nossas ações prega-nos uma peça e andamos á passo de tartaruga, isso com certa satisfação buscando de algum modo retardar o encontro inevitável  que  teremos com a morte.
Sinistro não? rsrsrs
Aff... preciso parar com essa  mania de me meter a  filosofar a cerca de tudo.
Mas, espere um pouquinho aí...
Será que alguém ai pode me dizer se estou iniciando esse post ou apenas editando?

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